E para iniciar esse ano por aqui, eu precisava compartilhar com vocês uma experiência incrível que foi o convite para participar de um documentário de um amigo que estuda no Senac, aonde estão abordando o tema suicídio, porém falamos de vida, pois esse ato vai muito além e começa antes de sua consumação.
Então seria interessante começarmos a questionar de onde vem tudo isso, esse desânimo, incertezas, inseguranças... o que mais? Pressão social, familiar ou religiosa, a falta de amor, acolhimento, presença, liberdade...
Será que realmente sabemos o que queremos, quando e como queremos?
Estamos ouvindo nos noticiários que algumas mulheres da Síria estão se matando para não serem torturadas e abusadas, então sim, os atos de desesperos extremistas começam muito antes do que podemos imaginar...
As situações são muito mais complexas e multifatoriais, então entendemos à partir daí que o individuo é um ser único com necessidades especiais, válidas e particulares e que esse fato nos diz que seus sentimentos e desejos são legítimos, sejam eles simples ou complexos e esse processo começa lá na infância, pois segundo Sri Prem Baba as crianças precisam basicamente de alimento, proteção e amor...mas quais pais ou cuidadores estão realmente preparados para suprir isso em seus filhos ou nas crianças com quem se relacionam? Se todos nós não tivemos essas necessidades atendidas, pois nossos pais não tiveram, nossos avós também não e assim sucessivamente.
Então acredito que esta na hora de pararmos e refletirmos sobre as nossas próprias necessidades, duvidas e conflitos e primeiramente aceitar que esta tudo bem em sentir raiva, tristeza e também alegria e paz, por exemplo.
Mesmo parecendo paradoxal acredito que a maior questão é: Não sabemos lidar com a alegria, liberdade, conquistas, abundância, amor...já parou para pensar nisso? No quanto só olhamos o lado negativo, como sentimos culpa por certos acontecimentos incríveis que nos acontecem, ou sempre falamos que "quando a esmola é demais o santo desconfia"?
Esses questionamentos nos fazem refletir em como realmente precisamos parar e ressignificar tudo aquilo que acreditamos, para aí sim saber o que queremos e então começar a trilhar uma vida mais leve e talvez, por que não, esplendida?!!!
Um Beijo.

Percepções: P1) O seu texto faz referências justamente a questionamentos relacionados ao propósito de vida pessoa e o risco de suicídio em certas situações por dificuldade de se autoconhecer: “Então seria interessante começarmos a questionar de onde vem tudo isso, esse desânimo, incertezas, inseguranças... o que mais? Pressão social, familiar ou religiosa, a falta de amor, acolhimento, presença, liberdade...”; “Será que realmente sabemos o que queremos, quando e como queremos?”: P2) Esse vídeo amplia muitas questões relacionadas ao sentimento de vacuidade (ou vazio existencial). E algumas propostas testes para pessoas tentarem (não infalibilidade) superar esse problema através de algumas posturas específicas: Youtube: “Programação Existencial - parte 1/5”: https://www.youtube.com/watch?v=nWdobenpI0s
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